Blindados crescem 7% no semestre e somam quase 20 mil carros
Jornalista formada pela Universidade Estadual da Paraíba, com passagens por emissoras afiliadas ao SBT, Record e Band. De 2020 a 2024, atuou na cobertura dos bastidores do Poder em Brasília. Atualmente, é repórter da Revista Oeste em João Pessoa.
O mercado brasileiro de veículos blindados registrou quase 20 mil novas unidades nos primeiros seis meses de 2026, um aumento de 7% em relação ao mesmo período de 2025, segundo a DFPC e a Associação Brasileira de Blindagem. Desde 2020, o total de veículos blindados no Brasil ultrapassa 183 mil. No primeiro semestre, foram autorizados 17,2 mil processos para carros civis e 1,8 mil para órgãos de segurança, com São Paulo liderando com 10,3 mil blindagens.
O mercado brasileiro de veículos blindados alcançou quase 20 mil novos registros nos primeiros seis meses de 2026, resultado que representa aumento de 7% em comparação ao mesmo período do ano anterior.
Compilados pela Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin), os dados são da Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados do Exército (DFPC). Desde 2020, o total de automóveis com blindagem no país ultrapassa 180 mil unidades. Os números foram divulgados pelo Poder360.
Nos primeiros seis meses deste ano, a DFPC autorizou cerca de 20 mil processos para blindagem de carros civis e quase 2 mil para veículos de órgãos de segurança, como polícias e forças armadas.
O Estado de São Paulo respondeu por pouco mais de 10 mil dessas blindagens, o que representa aproximadamente 60% do total nacional.
O maior volume de blindagens no Estado ocorre por causa da concentração de fabricantes e da logística facilitada.
Na sequência do ranking, aparecem Rio de Janeiro, com quase 2,5 mil registros; Paraná, com mil; Minas Gerais, com 860; e Ceará, com 496.
Juntos, os cinco Estados somam 15 mil blindagens, o equivalente a aproximadamente 88% de todo o mercado nacional.
Pela primeira vez, a associação apresentou dados segmentados por Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), o que permite identificar o perfil dos proprietários de carros blindados.
No primeiro semestre, empresas responderam por 37% das blindagens, enquanto pessoas físicas ficaram com 35%. Além disso, houve 3 mil registros na categoria “Comércio”, referente a veículos blindados em estoque de concessionárias.
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